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18 de agosto de 2010

Violência no Primeiro Mundo?!?


Gente, desculpe o sumiço! Ando sem inspiração... Enfim, enquanto isso, quero dividir uma história com vocês.

Nós, brasileiros, tendemos a reclamar do nosso país, achar que tudo de pior está no Brasil. O bom é morar no exterior, onde "tudo funciona, tudo é perfeito". OK, concordo que temos MUITO a melhorar, que o nosso país tem muita corrupção, violência, desilgualdade social, etc. Mas somente quando moramos fora é que começamos a enxergar com mais clareza que:

-O nosso país é maravilhoso, mesmo com todos esses problemas, simplesmente porque é NOSSO.
-As pessoas no nosso país são únicas e queridas em boa parte do mundo (OK, tem gente que não gosta de brasileiro, mas pela minha experiência é exceção);
-Todo país, incluindo aqueles mais desenvolvidos que o Brasil, tem seus problemas. TODO.

É muito difícil você morar num país no qual você não tem um porto seguro, um sistema com o qual contar, mesmo que corrupto e falho. Só quem mora ou já morou fora sabe do que estou falando.

Para comprovar tudo isso que falei acima, quero dividir o caso da Mirelle com vocês. A Mirelle casou com o Léo, também brazuca, e foi morar com ele em Lyon, França. Ela criou um blog super bacana chamado "13 anos depois". Não, não a conheço; apenas achei seu blog por acaso e, desde então, acompanho suas aventuras.

Na luta diária para aprender o idioma, entender a cultura, se acostumar com a nova rotina, aconteceu uma coisa muito chata. Ela foi agredida por um homem no meio da rua, sem mais nem menos. Para piorar a situação, na delegacia foi constragida e tratada como culpada pelo policial. Para ler a história na íntegra, clique aqui.

Uma situação que não desejo para ninguém. Enfim, só para nos provar que situações absurdas, grotescas e injustas acontecem em qualquer lugar.

11 de março de 2010

As várias faces da mentira

Mentir ou não mentir, eis a questão. Bom, na minha cabeça a coisa funciona da seguinte forma: existem dois tipos de mentira: a mentira "branca", vamos chamar assim, que é aquela usada para não magoar os outros ou para faltar o trabalho naquele dia em que você levantou com o pé esquerdo, por exemplo. Essa todo mundo já contou, tenho certeza.
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Eu acho aceitável esse tipo (com limites), pois não dá para ser SUPER SINCERO o tempo todo, né? Imagina, uma amiga pergunta, quase depressiva "Tô gorda?" e você responde "Sim, tá péssima, vai correndo fechar essa boca pelo amor de Deus"??? Não... você fala com jeitinho "imagina, você só está um pouquinhoooo acima do peso, mas nem dá para notar direito". E por ai vai.
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O outro tipo é aquele maldoso, aquele usado para enganar o outro com vontade. Eu odeio esse tipo. Nunca gostei e não acho legal gente que mente o tempo todo. O engraçado é que algumas pessoas mentem tanto que, além de acabarem acreditando na própria mentira (creem no mundo de bob que elas inventam), se contradizem o tempo todo. Afinal, ou você é um mentiroso brilhante e inventa uma trama perfeita e bem concatenada, ou se dá mal (na gíria, "come bola"), que é o que acontece 95% das vezes.
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Eu tenho um colega que é assim: mente muito, toda hora, o tempo todo. Mentiras bobas, sem finalidade; mente por mentir. E, pior ainda, gosta de envolver terceiros na mentira (erggggg, isso é de matar). Sabe aquela pessoa que fala: "Eu disse para minha mãe que estou na biblioteca e estou aqui na sua casa; então, se ela ligar, diz isso ou aquilo". Pô, porque não fala a verdade, cidadão???? E não me envolve não, se vira aí.
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E, como tudo, tem sempre o outro lado da moeda: aquela pessoa que só diz a verdade. Haja o que houver, ela está ali para te dizer o que você precisa ouvir (mas, por certo, não quer). Conheci uma menina assim também; "não, não, não, nunca minto". Um dia, indo viajar para o exterior, o oficial da alfândega pergunta:

- "Essa mala é sua??"
- "Não, senhor!"

E aí? Ficou três horas na alfandêga, foi bombardeada com mil perguntas (pois, se não é dela, alguém deu a mala para ela embarcar e poderia ser tráfico, etc.) e, portanto, perdeu o voo. Isso porque pergou a mala emprestada com uma prima... ai já é DEMAIS...rsrs.
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Bom finde!!
Ju.

24 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL!!!!!

X
Queria desejar um Feliz Natal para vocês!!!

Muita paz, harmonia e felicidade!

E um 2010 repleto de alegria, força, amor e esperança de dias melhores!

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ps.: Sobre o post anterior, no qual eu me questionava se devemos fazer o bem sem olhar a quem sempre, cheguei a algumas conclusões. Devemos fazer o que nos faz bem. Se o fato de ajudar, mesmo sem retribuição, nos faz bem, então VAMOS AJUDAR! Não importa se o outro não reconhece, não retribui, ou não merece.
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Entretanto, se continuar ajudando essa pessoa mal-agradecida nos deixa mal, nos atinge, devemos parar.
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Outra conclusão que cheguei é realmente o mundo dá voltas...Essa pessoa que não te ajuda quando pode hoje fatalmente vai precisar da sua ajuda amanhã. Como são as coisas, né? Então, no final das contas, o universo se encarrega de “dar o troco”.
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Beijos, Ju.

21 de dezembro de 2009

Fazer o bem sem olhar a quem...sempre?


Faltam apenas 4 dias para o Natal. E, já entrando no clima natalino, é que entra a minha pergunta: devemos sempre fazer o bem, sem olhar a quem, sem esperar retribuição?
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Não estou dizendo que devemos fazer o mal, claro que não. Porém, às vezes temos a chance de fazer o bem para uma pessoa e não o fazemos, por falta de vontade ou por por achar que aquela pessoa não merece; enfim, por uma série de motivos, não fazemos. É assim que deve ser, cada um por si?
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Essa pergunta anda martelando minha cabeça ultimamente e vou explicar o porquê. Eu me considero uma pessoa que faz o bem para as pessoas, sem olhar a quem e sem segundas intenções (meu marido, que é a pessoa mais sincera que conheço, concordou comigo...rsrs).
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Então, estou sempre tentando ajudar, na medida do possível, claro. Esse blog já é um sinal disso. Respondo vários emails por mês, alguns deles me exigem pesquisa e mais de uma hora de dedicação...Enfim, não vou ficar aqui listando minhas qualidades (rs), mas o fato é que no geral eu ajudo as pessoas e faço isso pelo simples prazer de ajudar.
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Tá, e daí? E daí que essas mesmas pessoas que eu ajudo, quando tem oportunidade de fazer o mesmo, não fazem. Elas não são obrigadas, ok. Mas depois disso acontecer repetidas vezes começo a me perguntar se EU devo continuar ajudando tais pessoas. Devo?
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Sei que devemos fazer o bem sem esperar retribuição, tá certo. Mas continuar ajudando uma pessoa que não me ajudou quando podia me incomoda! Ainda preciso evoluir muito espiritualmente para chegar a conclusão de que esse comportamento é aceitável... e, depois disso, continuar ajudando essa mesma pessoa. Como sou meio bobona, eu continuo ajudando mesmo assim, mas não vou dizer que me sinto totalmente confortável.
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Imagino que esse tipo de situação tenda a ocorrer ainda mais aqui, onde existem muitas relações baseadas em interesse (de todos os tipos); impressionante. Tolera-se uma, duas; na vigésima, começo a me questionar.
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O que vocês acham? Também se sentem iludidos quando isso acontece com vocês ou já estão num nível de desenvolvimento superior ao meu e aceitam super bem?
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Update: minhas conclusões neste post.

26 de julho de 2009

Efeito Borboleta

xx
Às vezes eu me pego pensando nas coisas da vida. Coisas engraçadas, coincidências inexplicáveis, fatos dignos de história de cinema. Quando vejo um filme que passa algum tipo de mensagem, fico dias pensando naquilo. Um filme que me levou a pensar em muitas questões foi "Efeito Borboleta"; se alguém não viu ainda, deveria ver, pois o conceito é muito legal. Meu pai tinha visto e me indicou, dizendo que era um barato...rs.
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O filme é baseado na Teoria do Caos; é sobre um jovem que tem o poder de voltar no tempo e mudar pequenas coisas que trazem GRANDES consequências em seu futuro. Tem um tempinho que vi esse filme, mas me lembro que no início o menino é meio nerd, nada popular. Aí ele volta ao seu passado, quando tinha 7 ou 8 anos, não sei. Nessa época, ele sofreu algum tipo de abuso de um homem, seu pai, eu acho, que tinha influência em sua vida adulta. Ao voltar, ele reage e evita que o homem faça mal a ele e a uma amiguinha.

Já no futuro, a situação tinha mudado completamente!!! Ele agora era popular, lindão, namorava a garota mais bonita, etc. Porém, com isso, ele trouxe consequências negativas também...desculpem, mas não me lembro direito quais. Salvo engano, elas envolviam a tal menina que estava com ele. Além da vida dele ter girado 180 graus, a pequena mudança trouxe consequência para terceiros também!

Enfim, o filme é impressionante. Ao meditar sobre ele, fico pensando em algumas coisas que gostaria de voltar atrás e mudar. Alguns pequenos detalhes, sem importância se eu contar aqui, mas que trazem muitas consequências para nossa personalidade, qualidades e defeitos na vida adulta.

Até mesmo depois de adultos escolhemos entre algumas opções e às vezes nos perguntamos: "e se...?". V. recebe uma proposta para um novo emprego, aceita. Gosta muito e não se arrepende. "E se eu não tivesse aceitado, como estaria agora?". Quando o caso é bem sucedido, a pergunta é mais rara; se vc aceita e odeia o novo trabalho, se pergunta "E se eu tivesse ficado?".

Acho que algumas dessas reflexões só nos fazem sofrer de arrependimento. Mas, por outro lado, outras nos fazem enxergar o quanto somos felizes e que, às vezes, vc precisa errar para acertar!
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ps.: Vi o "Efeito Borboleta 2" e detestei, achei péssimo. Parece que tem um terceiro, mas não vi ainda...

Um bjo, Ju.

23 de junho de 2009

Como deixar o cliente INSATISFEITO


Se tem uma coisa que fico indignada é: a falta de consideração de alguns profissionais com os clientes. Quando eu estava trabalhando como advogada, nossa prioridade número 1 era tal do cliente; virávamos noites e noites, perdíamos fins de semana, para ATENDER O CLIENTE. Afinal, o referido cliente pagava nossos salários e, sem ele, nossos serviços não tinham razão de ser (era até exagerada a coisa).

O fato é: 99% dos profissionais que eu encontro por aí não tem muita consideração. Quer dizer, essa é minha dúvida: seria falta de consideração, uma desorganização total ou incompetência mesmo??? Isso é absurdo pois, afinal, eles não são nada sem nós, os clientes. Eles não respondem emails ou demoram semanas para responder; quando respondem, a maioria das vezes é de forma incompleta. Aí o CLIENTE tem que ficar ligando para o "profissional" para cobrar uma resposta, pedir uma satisfação!!!! Ah, isso é o fim do mundo!

Tá aí uma coisa que ODEIO: ficar ligando para cobrar alguém...ainda mais de uma coisa que ela deveria ter feito! Pior ainda: quando eu paguei para esse fulano fazer a tal coisa. Eu acho que não estou pedindo muito; só gostaria de ter meu serviço prestado ou, caso algum problema tenha ocorrido, eu quero saber qual. Nesse último caso, o prestador deve explicar o que está ocorrendo; ligar, mandar emails completos esclarecendo, o que seja. E não o cliente ficar correndo atrás dele, como se tivesse pedindo um FAVOR - é assim que me sinto!

Pô, que saco... Esse pessoal tem que prestar atenção, pois o que acontece é (me toquei para o seguinte fato ao assistir uma aula de marketing): quando vc vende um serviço, o controle de qualidade é muito mais complicado. Existem várias fases (pré, durante e pós serviço). Qualquer deslize em qualquer dessas fases compromete a qualidade e...tchau cliente!

Por exemplo: vc vai viajar, compra passagem pela internet com muita rapidez (pré); chega no aeroporto, embarca sem atrasos, a comida está ótima, o voo foi lindo (durante); ao chegar para pegar sua mala, cadê? Sumiu por 1h, te fazendo esperar (pós): empresa fez cagada no final, comprometendo todo o serviço (tanto faz se o voo não atrasou ou se o entretenimento foi perfeito; o cliente só lembra da mala perdida...rs). Me diz aí: vc vai falar bem ou mal dessa companhia???

Será que isso é coisa de brasileiro? Coisa de carioca? Ou as pessoas, no geral, são assim?

8 de junho de 2009

As estatísticas não mentem!

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Outro dia meu marido chegou em casa com um "brinde" que veio com a revista "The Economist" (só um detalhe, adoro brindes...sei que é meio brega, mas gosto! Especialmente miniaturas...rs). O livro chama-se "Pocket World in Figures". Deixei ele no canto e fomos jantar, conversar, etc etc.
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Na hora de dormir, curiosa, comecei a folhear o livro. Ele traz as principais estatísticas (e outras informações adicionais) relativas a todos os países...Nossa, ACHEI BEM INTERESSANTE... NÃO???

Geminiana que sou, comecei a ver uma por uma. Vi coisas muito legais, tipo:

$$ Vi que o Big Mac é usado como índice para, como posso explicar... para termos uma idéia do valor de uma moeda frente ao dólar; e, além disso, mede o poder de compra em um determinado país. Compliquei?

Por exemplo, a China é o país com a moeda mais desvalorizada com relação ao dólar, pois um Big Mac lá custa US$ 1.45 (nos EUA custa em média US$3.41). Do outro lado, Islândia é o país com a moeda mais valorizada frente ao dólar, pois o Big Mac custa US$7.61 (CREDO!!!!). Muita gente já sabia desse índice, mas eu não!

$$ Li que os 2 lugares com maiores taxas de casamento são Cayman Islands e Bermuda. Achei meio "coincidência" esses países também serem paraísos fiscais...será???

$$ Israel tem o maior número de computadores: 122.1 computadores a cada 100 pessoas (para que uma pessoa precisa de mais de um computador eu não sei). E a Lituânia tem o maior número de celulares: 138.1 a cada 100 habitantes (???).

$$ O lugar com mais TVs por família é aqui, nos Emirados Árabes: 99.7 televisões a cada 100 famílias!!! Praticamente todos tem TVs. No Brasil temos 91.6.

$$ Os Emirados também ganham em consumo de energia por pessoa!!! Com certeza isso se deve ao uso do elevado de ar condionado, que tem que ficar ligado 24h!!!!

$$ As 10 maiores economias do mundo (PIB - dados de 2006) são, nessa ordem: EUA, Japão, Alemanha, China, Reino Unido, França, Itália, Canadá, Espanha e BRASIL!!! O engraçado é que o PIB dos EUA é mais que o dobro do Japão US$ 13,134 bilhões contra US$ 4,368.

Aproveitei para analisar as informações do Brasil e dos Emirados. Comparando, alguns dados me chamaram atenção:
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Enfim, temos páginas e páginas de dados muito interessantes! Bom, mas o que realmente me deixou intrigada e me fez escrever esse post foi a seguinte estatística:

Quantidade de homens para cada 100 mulheres (Sex ratio, males per 100 females, 2007)

1. United Arab Emirates: 210
2. Qatar: 203
3. Kuwait: 150
4. Bahrain: 134
5. Oman: 126
6. Saudi Arabia: 122

Meninas, segundo os números, aqui é o paraíso para quem ainda não encontrou o seu par ideal...Será??!?!?!?!? O interessante é que os 6 primeiros colocados são países arábes!!!

Tenho visto muitos casos de mulheres que conhecem estrangeiros (principalmente dessa área) pela internet e se casam e tal...Muita coragem! Algumas planejam casamento sem nem conhecer o pretendente!!! Agora já sei o motivo! :)

É, tendo em vista que no Brasil temos 97 homens para cada 100 mulheres, parace que o negócio, para quem ainda não encontrou "sua metade" (que cafona), é expandir os horizontes!

Obs.: Sogrão, esse post é para você: comentei sobre os PIBs, viu? ;)

Obs.2: As informações são relativas aos anos de 2006/2007. Para maiores detalhes, clique aqui e acesse o site: Pocket World in Figures.

Bjs, Ju.

27 de maio de 2009

PARABÉNS para mim!

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Hoje é meu aniversário! 28 aninhos!!!
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Há exatamente 1 ano, um amigo holandês me disse que era meu Gold Birthday. Eu perguntei o que seria isso e ele me disse que ocorre quando vc completa uma idade igual ao dia do seu niver. Eu estava fazendo 27 anos no dia 27. Ai eu perguntei que implicações isso me traria e ele não soube ao certo dizer.
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Procurei na internet e encontrei poucas coisas a respeito, mas percebi que era uma data diferente (crença boba? pode ser). Coincidência ou não, dias depois um furacão passou na minha vida e muita coisa aconteceu até o dia de hoje; coisas inéditas, tristes, boas, ruins, decepções. Posso afirmar: foi um ano marcante! Teve uma outra coisa também: não cantei parabéns...será que foi isso?
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Nessa linha, resolvi fazer uma lista das 28 coisas que marcaram esses meus 28 anos (li isso em algum lugar e achei uma boa oportunidade para uma reflexão). Então lá vai, algumas coisas marcantes, que podem ser boas ou ruins (e essas não estão em nenhuma ordem de preferência).

1. minha mãe
2. meu pai
3. a morte da minha mãe
4. a doença da minha mãe
5. meu marido (te amo)
6. meu casamento (ai, foi lindo! Um dos dias mais alegres da minha vida)
7. morar no exterior
8. ter tido a honra de ter as minhas alianças trazidas pelos meus avós paternos (eles completarão em junho 52 anos de casados): adoro vcs!
9. ter passado para uma faculdade federal
10. ter morado 1 ano sozinha com 17 anos
11. ter viajado sozinha com 20 anos
12. ter me apaixonado por uma pessoa que tem uma família tão especial
13. o mergulho na Tailândia
14. ter feito cirurgia nos olhos: ver o mundo sem óculos é muito bom
15. ter sido chefe de pessoas e, depois disso, saber que elas gostam de mim e ainda ser amiga delas (isso não é para qualquer um...rsrs...afinal, dê poder às pessoas e descubra quem elas realmente são, não é?)
16. a noite em que eu bebi algumas tequilas (muito marcante, principalmente a dor de cabeça no dia seguinte; sem comentários adicionais...rs)
17. ter carregado minha mãe nos meus braços, juntinho de mim, horas antes dela morrer
18. ter tido muita responsabilidade com pouca idade (lado bom e lado ruim...preferia ter pulado essa)
19. ter tido um chefe muito difícil por quase 4 anos (isso é pior do que ter marido/esposa difícil, já que passamos mais tempo no trabalho). Nossa, isso foi um pesadelo!
20. ter feito várias viagens com meu pai, de carro/avião/barco/canoa, eu e ele, ele e eu (e várias estórias para contar)
21. ter morado com meu pai um ano (figura das figuras...heheh...pai, te amo)
22. ter conseguido um estágio no escritório dos "meus sonhos" na época e ter sido efetivada nele
23. ter morado no interior durante parte da minha adolescência (para alegria da minha mãe e desespero do meu pai)
24. meu primeiro carrinho: o Bob!
25. estudar no exterior
26. ter andado de balão
27. minhas viagens com minhas melhores amigas (destaque para a viagem com a Mi para a Itália com 17 anos e todas as viagens com a Karla - saudades, amiga!)
28. Muitas e muitas surpresas com as pessoas: algumas me surpreenderam positivamente, enquanto outras, uma decepção só. Mas o fato é: algumas pessoas são interesseiras, inseguras, falsas// amigas, dispostas a ajudar sem nada em troca, simplesmente fofas. E elas agem assim quando você menos espera.
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É isso! Quando vc está morando no exterior, é estranho fazer aniversário. Não tem aquela coisa das pessoas ligando o dia todo para te desejar parabéns...

Bjs, Ju.
ps.: um bolinho de chocolate para mim :) Adoroooooo!
ps2.: Gente, meu marido fez uma surpresa e me deu um bolinho de chocolate lindo!!!!
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10 de maio de 2009

Feliz Dia das Mães!!!

Com minha mãe - Dia das Mães há uns 24 anos

Hoje, dia das mães, vou fugir um pouco do tema do blog...Mas antes queria dizer que aqui em Dubai hoje não é dia das mães! Foi no dia 21 de março e eu, sinceramente, só descobri porque tinha uma placa no supermercado, ao lado das flores, dizendo "compre uma flor para sua mãe" ou algo do tipo.

Ainda bem, para falar a verdade! Perdi minha mãe faz 11 meses e tudo que eu queria era ficar longe daqueles comerciais e outdoors lembrando do Dia das Mães! Fico com dó do meu irmão, que está no Brasil, e deve estar sentindo o dia de hoje, muito mais do que eu!

Bom, queria desejar um feliz dia das mães para todas as mães queridas, que cuidam bem dos seus filhos, que tem paciência com eles, que, mesmo cansadas depois de um dia inteiro de trabalho, jogam joguinhos com seus filhos, que preparam comidinhas gostosas para eles, que cobrem os filhos antes de dormir e dão um beijo de boa noite, que cuidam da ressaca dos filhos no dia seguinte, que fazem cia. para os filhos enquanto seus namorados(as) estão morando no exterior, que assistem Rambo I ao VI com os filhos no sofá de casa, comendo pipoca...
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Uma pena que a maioria das pessoas só percebam o verdadeiro valor dessas coisas depois que as perdem...Porque o ser humano, no geral, age assim?
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Por fim, mãe, queria te desejar um lindo dia das mães, onde quer que v. esteja. Quero te dar os parabéns pela pessoa que você foi e pelo exemplo de mãe que você era.
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Eu e meu irmão estamos com muitas saudades!!!! Se eu for metade da mãe que você foi, já me sentirei realizada! :)

Te amo!

26 de abril de 2009

Se eu fosse um livro nacional, qual seria?

Nossa!! Estudei matemática nos últimos 4 dias! Fecho os olhos e só vejo números e gráficos (rs). Até calculadora financeira eu aprendi a usar - funções mais complexas; tá, Baleras?! :)
Ufa, terminei mais uma matéria!
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Entrando no clima de Domingo, vi um teste legal no blog da Renata*: se eu fosse um livro, qual seria?
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Eu fiz! Vejam o resultado:

"Antologia poética", de Carlos Drummond de Andrade
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"O primeiro amor passou / O segundo amor passou / O terceiro amor passou / Mas o coração continua". Estes versos tocam você, pois você também observa a vida poeticamente. E não são só os sentimentos que te inspiram. Pequenas experiências do cotidiano – aquela moça que passa correndo com o buquê de flores, o vizinho que cantarola ao buscar o jornal na porta – emocionam você. Seu olhar é doce, mas também perspicaz.
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'Antologia poética' (1962), de Drummond, um dos nossos grandes poetas, também reúne essas qualidades. Seus poemas são singelos e sagazes ao mesmo tempo, provando que não é preciso ser duro para entender as sutilezas do cotidiano."

E você, seria que livro? Descubra no site e depois me conte!!! http://educarparacrescer.abril.uol.com.br/leitura/testes/livro-nacional.shtml

* A Renata encontrou o teste no blog "Falta palavra...sobra emoção".

4 de abril de 2009

O ócio é realmente criativo???


Sempre me fiz essa pergunta. Acho que isso varia de pessoa para pessoa, mas com certeza não funciona para mim.

Sou o tipo de pessoa que precisa ter mil tarefinhas diárias para ocupar a cabeça. Caso contrário, pensamentos indesejados e atividades inúteis tomam conta de mim...rs

Isso é sério: quando eu estou sob pressão, com mil coisas para fazer, sempre consigo um tempinho extra para fazer uma outra coisa, mais interessante ainda. Já quando estou à toa, as caraminholas tomam conta dos meus pensamentos.

Quando eu estava trabalhando, esse era meu dia perfeito: coordenar mil tarefinhas, como em dia de protocolo na CVM. O dia todo preenchido, das 7h30 às 18h, com direito a sair na hora, para compensar o esforço!

Sem trabalhar por um período recorde (6 meses), tenho sentido isso na pele diariamente... Enquanto isso, vou tentando ocupar minha cabeça com coisas realmente importantes e trabalhando para tirar o máximo do ócio!

Bjs, Ju